Dados do problema:
Esquema do problema:
Adotamos que a aceleração da gravidade no local é igual a g.
Suponhamos que inicialmente a corda está enrolada na polia e o sistema haste+cilindro está na vertical. Sob a
ação da força peso P1 o corpo de massa m1 começa a descer, a corda começa
a desenrolar e faz girar a polia, que está rigidamente ligada a barra AB onde passa a atuar o torque
N1.
Com a rotação do eixo AB o sistema haste+cilindro começa a girar, considerando as forças peso da haste e do cilindro, P2 e P3 respectivamente, aplicadas ao centro de massa de cada corpo, para que o sistema todo permaneça em equilíbrio estas forças devem gerar um torque, N2+N3 de mesmo módulo e direção, e com sentido contrário ao torque N1, de tal forma que a somatória dos torques seja nula. Adotamos x como sendo o comprimento da haste a ser determinado.
Solução:
a) O torque de uma força é dado por
No sistema da polia temos o vetor posição (r1) dado pelo raio da polia e a força (F) representada pela força peso devido à massa m1 (P1), Figura 2-A. Aplicando a expressão (I)
a força peso é dada por
substituindo a expressão (III), para a massa m1, na expressão (II)
Aplicando a regra da mão direita para o produto vetorial (levando o vetor r1 em direção ao vetor g – Figura 2-B) obtemos o vetor N1 perpendicular a estes dois (Figura 2-C).
Os vetores r1 e g são perpendiculares entre si, portanto, em módulo
o raio da polia será \( r_1=\frac{d}{2} \) e \( \operatorname{sen}\frac{\pi}{2}=1 \)
Na haste temos o vetor posição (r2) e a força (F) representada pela força peso devido à massa m2 da haste (P2), Figura 3-A. Aplicando a expressão (I)
substituindo a expressão (III), para a massa m2, na expressão (V)
Aplicando a regra da mão direita para o produto vetorial (levando o vetor r2 em direção ao
vetor g – Figura 3-B) obtemos o vetor N2 perpendicular a estes dois (Figura 3-C).
Os vetores r2 e g formam um ângulo θ entre si, portanto, em módulo
o vetor posição r2 localiza o centro de massa da haste, supondo que a haste seja homogênea o centro de massa está na metade do comprimento, assim o módulo do vetor posição será \( r_2=\frac{x}{2} \)
No cilindro temos o vetor posição (r3) e a força (F) representada pela força peso devido à massa m3 do cilindro (P3), Figura 4-A. Aplicando a expressão (I)
substituindo a expressão (III), para a massa m3, na expressão (VII)
Aplicando a regra da mão direita para o produto vetorial (levando o vetor r3 em direção ao
vetor g – Figura 4-B) obtemos o vetor N3 perpendicular a estes dois (Figura 4-C).
Os vetores r2 e g formam um ângulo θ entre si, portanto, em módulo
o vetor posição r3 localiza o centro de massa do cilindro, supondo que a haste seja homogênea o centro de massa está na metade da altura do cilindro somado ao comprimento x da haste, assim o módulo do vetor posição será \( r_3=\frac{h}{2}+x \)
Para que o sistema permaneça em equilíbrio temos a condição
adotando o sentido do torque N1 como positivo com n = 3
substituindo as expressões (IV), (VI) e (VIII) na expressão (IX)
multiplicando toda a expressão por 2
b) Convertendo o diâmetro da polia e a altura do cilindro, dados em centímetros (cm) para metros (m) usado no Sistema Internacional (S.I.)
e lembrando que \( \theta=30°=\frac{\pi}{6} \), então, \( \operatorname{sen}\frac{\pi}{6}=0,5 \), usando a expressão obtida no item (a) e os valores dados